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Ainda pouco explorados no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), os projetos de reflorestamento começam a ganhar força como uma possibilidade viável para a geração de créditos de carbono.
Atualmente, já existem sete metodologias aprovadas na ONU para o desenvolvimento de projetos nessa área (a primeira delas é de 2005). O primeiro projeto registrado pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCC) foi apresentado pela China, em parceria com Espanha e Itália, em 2006, e previa a recuperação de áreas degradadas na bacia do Rio Pérola.
Ao que tudo indica, falta muito pouco para que o mercado florestal passe a ser bem-sucedido no âmbito do MDL, pois as últimas barreiras para o desenvolvimento de projetos nessa área estão sendo removidas, já que os riscos associados à manutenção das florestas (como incêndios, mudanças do clima, alterações no estoque de carbono, etc.) estão sob forte análise do Comitê Executivo da ONU, responsável pela aprovação dos projetos de MDL.
Além disso, para projetos de MDL no segmento de reflorestamento, outra opção é a Chicago Climate Exchange (CCX), bolsa norte-americana de negociação de emissões de participação voluntária.
Por exigir menos burocracia do que a necessária para se registrar um projeto de MDL, a CCX tem sido considerada a melhor opção para comercialização de créditos florestais. Atualmente, a tonelada de CO2e é negociada em torno de 3,95 dólares na bolsa de Chicago, mas tudo indica que essa realidade possa se tornar mais rentável em breve.
Neste momento, as maiores interessadas em projetos de reflorestamento no Brasil são empresas que atuam com monocultura. Para comercializar os créditos, elas se encaixam nas negociações da CCX e geram Certificados Voluntários de Emissão (VERs). Os projetos florestais se tornam mais viáveis para indústrias do setor de papel e celulose porque elas não têm custos com a implantação - o plantio de árvores já faz parte da sua atividade.
A equipe da JMalucelli & CMC Ambiental está apta a apresentar a melhor alternativa para projetos de MDL na área de reflorestamento, pois possui experiência no registro e certificação de projetos de reflorestamento tanto perante o Protocolo de Kyoto, como perante a CCX - Chicago Climate Exchange. |