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A prática atual de praticamente todos os aterros sanitários no Brasil é coletar e queimar o gás somente através de um sistema passivo de ventilação, sem nenhuma queima sistemática e monitorada. O metano é emitido naturalmente para a atmosfera através dos drenos existentes, e parte do gás é destruída devido a questões de odor e segurança. Esta prática é uma das mais danosas para o meio ambiente, notadamente no tocante ao aumento das emissões dos gases efeito estufa.
Nestes casos, entretanto, existe a possibilidade de implementação de um Projeto de MDL com o objetivo de capturar e queimar o biogás produzido no aterro, de forma a evitar emissões de metano para a atmosfera, e consequentemente gerar créditos de carbono.
A elaboração de um projeto de MDL neste segmento necessariamente envolverá o desenvolvimento de uma rede de coleta de gás e de um sistema de queima. O sistema de coleta pode utilizar ou não os drenos de gás existentes, onde os drenos serão conectados a uma rede de coleta principal que transporta o gás para os flares. Um soprador pode ser instalado de forma a aumentar a quantidade de biogás coletada. Também existe a possibilidade de gerar energia a partir deste biogás.
Assim, através da adequação das instalações físicas do aterro (células / sistema coletor de gás / queimadores / medidores / processo de tratamento do efluente) e instalação de sistema gerador de energia elétrica utilizando gás metano, é possível obter os seguintes benefícios:
- Operar o aterro sanitário dentro do conceito de sustentabilidade, minimizando custos operacionais e maximizando os benefícios sociais e ambientais;
- Reduzir a emissão de gases de efeito estufa (metano) gerado na operação de aterro sanitário;
- Gerar energia elétrica através do biogás produzido no aterro sanitário;
- Fornecer energia elétrica para o funcionamento dos equipamentos e veículos utilizados no próprio aterro sanitário;
- Fornecer energia elétrica para o funcionamento de equipamentos utilizados em atividades de reciclagem a serem operados por comunidades de baixa renda;
- Comercializar os créditos de carbono, de acordo com o Protocolo de Quioto, obtidos com a validação do projeto junto às Nações Unidas.
A viabilidade do empreendimento (e do investimento) sempre dependerá diretamente da quantidade de lixo recebido pelo aterro, e, consequentemente, da quantidade de créditos de carbono gerados.
A JMalucelli & CMC Ambiental possui condições de reunir investidores, provedores de tecnologia, engenheiros e consultores, o que lhe permite disponibilizar aos donos e operadores dos aterros uma solução completa e integrada, gerando ainda uma enorme renda adicional pela venda dos créditos de carbono.
Desta forma, a equipe da JMalucelli & CMC Ambiental está apta a auxiliar o cliente tanto na concepção e elaboração de um projeto de MDL em aterros sanitários, como também no processo de certificação perante Kyoto, e ainda, e principalmente para projetos desta natureza, na sua própria estruturação financeira, inclusive com a possibilidade de se promover uma venda antecipada dos créditos de carbono futuros para amortização dos custos do projeto de engenharia, dos equipamentos necessários, das obras civis, e ainda dos próprios custos do processo de certificação. |